IX Geosaúde - Blumenau - Santa Catarina
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Políticas das Modalidades

Minicursos e Oficinas

Entre as atividades previstas para o IX Geosaúde, estão os minicursos, os quais são cursos com duração de 3 horas onde são apresentados de modo introdutório ou avançado tópicos atuais de pesquisa ou tecnologia, normalmente não abordados ou que despertem grande interesse de acadêmicos ou profissionais. São bem-vindas propostas de minicursos em todas os temas que abordem a Geografia e o SUS.

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Práticas complementares/alternatividades em saúde

A relação das Práticas Integrativas e Complementares (PIC) ou alternatividades com a Política Nacional de Promoção da Saúde, tendo em vista que a promoção da saúde pode ser compreendida como um campo de propostas, ideias e práticas, crescente na saúde pública, que parte de uma concepção ampla do processo saúde-doença e de seus determinantes, e propõe a articulação de saberes técnicos e populares e a mobilização de recursos institucionais e comunitários, públicos e privados, para seu enfrentamento e resolução. A inserção das práticas integrativas e complementares no SUS configura uma ação de ampliação de acesso e qualificação dos serviços, na tentativa de envolver a integralidade da atenção à saúde da população6 . Nesse entendimento, essa seeão discutirá a importância da Atenção Primária para fortalecer práticas de promoção da saúde, em especial, as Práticas Integrativas e Complementares / Alternatividades.

Diretores
  • Jane Friestino, Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS Campus Chapecó
  • Martha Priscila Pereira, Universidade Federal de Campina Grande
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Formação profissional para atenção básica e conhecimento geográfico

A estruturação da política de Saúde é fruto de atuação de importantes segmentos sociais e políticos na consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). Os diversos setores envolvidos com o SUS têm por papel fundamental induzir a produção das mudanças que atravessam o campo das práticas de Saúde como o campo da formação profissional. As novas ações em experimentação devem ofertar propostas de transformação das práticas profissionais, fundadas na reflexão crítica sobre o trabalho em Saúde e a experimentação da alteridade com os usuários. Tais práticas precisam possibilitar que o cotidiano das relações de cuidado em Saúde e da gestão setorial sejam incorporadas ao aprender e ensinar. É neste sentido que entendemos que a Geografia pode contribuir para a formação deste profissional.

Este conhecimento geográfico deve instrumentalizar os profissionais da saúde para ir além da busca de diagnóstico e intervenção sobre um processo de adoecimento. Aplicar a geografia para buscar atender às necessidades de saúde das pessoas e das populações, da gestão setorial e do controle social em saúde. Um exercicio importante e necessário.

Diretores
  • João Carlos Oliveira, Escola Técnica de Saúde - UFU
  • Anselmo Vasconcelos, IFPE
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Mudanças ambientais, desastres e vulnerabilidade social

A preponderância do controle sobre a natureza como forma de garantir segurança, especialmente nas áreas urbanas, debilita a gestão do risco que não considera as desigualdades dos impactos sociais de um desastre. A proposta deste eixo é  considerar na análise do risco ante desastres reside na sua desigual distribuição.

Quais seriam as estratégias para que os riscos de desastres socionaturais tenham para uma menor probabilidade de afetar a determinados grupos socioeconômicos ou sociodemográficos?

Como colocar o SUS na concepção de novos modelos de gestão de risco e novos modelos educativos emancipadores que questionem essa desigual distribuição do risco e as causas sociais produtoras de vulnerabilidade ?

São as princiapais perguntas norteadoras deste eixo que os participantes poderão contribuir.

Diretores
  • Rafael Catão, UFES
  • Marina Miranda, Ministério da Saúde
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Gestão/Regionalização dos serviços de saúde

A Regionalização é uma diretriz do Sistema Único de Saúde e um eixo estruturante do Pacto de Gestão e deve orientar a descentralização das ações e serviços de saúde e os processos de negociação e pactuação entre os gestores. Os principais instrumentos de planejamento da Regionalização são o Plano Diretor de Regionalização (PDR), o Plano Diretor de Investimento (PDI) e a Programação Pactuada e Integrada da Atenção à Saúde (PPI).

Este eixo discutirá a importancia das cateogorias da geografia para definição do planejamento regional, onde os gestores/usuaários podem em conjunto compartilhar e otimizar  a utilização de seus recursos físicos, financeiros e humanos para superação dos problemas de saúde.

Diretores
  • Rivaldo Farias, UFSM
  • José Machado, IFSC
  • Umberto Pessoto, Instituto de Saúde - SP/Sucen
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Abordagens geográficas da vigilância, prevenção e promoção

A proposta da Vigilância à Saúde começou a ser discutido desde a inicio da implantação do Sistema Único de Saúde na década de 90. Essa construção foi motivada pela necessidade de ampliação das ações de vigilância epidemiológica, no sentido de contemplar as condições de vida em sua amplitude, uma vez que tais ações sempre estiveram voltadas para o controle do agente etiológico e do meio ambiente(1). Estas, sem dúvida, são de grande importância para romper a cadeia de transmissão das enfermidades, mas são restritas e, em geral, são focais e de baixa efetividade, por não alcançarem os determinantes dos agravos. Além disso, a necessidade de reorganização dos serviços de saúde, no sentido de responder às demandas da população tem impulsionado amplo debate sobre a Vigilância à Saúde, de forma tal que muitas são as interpretações subjacentes ao termo. Ademais, verifica-se, na literatura, polissemia que abrange: vigilância à saúde; vigilância em saúde; vigilância em saúde pública e vigilância da saúde. De qualquer forma, esta sessão discutirá de que maneira a Geografia pode articular com todos esses termos e o que se pode esperar na prática, um eixo comum nao apenas estruturado na epidemiologia, mas tambem nas informações geográficas de saúde.

Diretores
  • Ana Carolina Beceyro, Universidad Nacional de Cuyo, Mendoza, Argentina
  • Flavia Santos, Universidade Federal de Uberlânida - UFU
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Conexões da saúde mental e território

Esta sessão tratará sobre a saúde mental no contexto da geografia , o conceito de território está presente em múltiplas dimensões e sentidos. Em documentos que expressam princípios e diretrizes das políticas de saúde e no planejamento das ações locais,  a relação entre saúde mental e território é elemento central para organizar a rede de cuidado na atenção psicossocial.

Diretores
  • Carlos Giraldez, 1) Administración de Servicios de Salud del Estado / Hospital Vilardebó, Uruguay. 2) Facultad de Psicología, UdelaR, Uruguay. 3) Facultad de Ciencias, UdelaR, Uruguay.
  • Adeir Archanjo Mota, Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
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