IX Geosaúde - Blumenau - Santa Catarina
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Siprotec- 2019

O I Seminário IFC-FURB de Educação Profissional e Tecnológica: Desafios e Perspectivas  é uma realização conjunta do Mestrado em Educação Profissional e Tecnológica (IFC), do grupo de pesquisa EDUCAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA (Furb).


 


  • I Seminário IFC-FURB de Educação Profissional e Tecnológica

    outubro 3, 2019 – outubro 4, 2019

    O I Seminário IFC-FURB de Educação Profissional e Tecnológica: Desafios e Perspectivas, III Fórum de Formação de Professores  tem por objetivos:

    • Ampliar a integração de grupos de pesquisa, pesquisadores, estudantes e demais interessados no tema da Educação Profissional e Tecnológica;
    • Disseminar o conhecimento resultante das pesquisas e estudos realizados sobre a Educação Profissional e Tecnológica;
    • Favorecer o debate e o avanço do conhecimento relacionado à Educação Profissional e Tecnológica.

    Ocorrerão mesas redondas, sessões simultâneas de apresentação de comunicações orais de pôsteres em 6 eixos temáticos, que são os seguintes:

    • A EPT no Brasil e no mundo
    • Sociedade, ciência, tecnologia e EPT
    • A Sustentabilidade como fundamento da EPT
    • Formação de professores e Práticas Pedagógicas na EPT
    • Organização e gestão da EPT
    • História, Historiografia e Memória da EPT

III Fórum de Formação de Professores e I Seminário Institucional Integrado PIBID e RP do IFC

O III Fórum de Formação de Professores do IFC e o I Seminário Institucional Integrado PIBID e RP do IFC tem programação integrada e concomitante ao I Seminário IFC-FURB de Educação Profissional e Tecnológica: Desafios e Perspectivas.



  • III Fórum de Formação de Professores e I Seminário Institucional Integrado PIBID e RP do IFC

    outubro 3, 2019 – outubro 4, 2019

    III Fórum de Formação de Professores:

    • Promover a discussão sobre a formação de professores para a Educação Básica;

    • Socializar os trabalhos desenvolvidos nos cursos de Licenciaturas PIBID, Residência Pedagógica, estágios, prática como componente curricular e pesquisa e processo educativos.


    I Seminário Institucional Integrado PIBID e RP do IFC:
    • Trocar experiências entre os(as) acadêmicos(as), professores(as) do IFC e das redes de ensino envolvidos.
    • Avaliar e reavaliar o desenvolvimento das atividades, por meio da participação coletiva de todos(as), objetivando a qualificação das ações quanto a formação inicial e inserção profissional.

IX Simpósio Nacional de Geografia da Saúde

O IX Simpósio Nacional de Geografia da Saúde , também denominado de 9º GEOSAÚDE, será realizado em junho de 2019, na cidade de Blumenau - SC. Nesta edição do evento objetivamos o aprofundamento nas discussões teórico-práticas de Geografia e Saúde, o fortalecimento das redes nacionais e internacionais de pesquisadores, as trocas de experiências de diferentes contextos. Os debates nas conferências, nas mesas-redondas, nas sessões orais e de pôsteres e nas oficinas perpassarão a temática central Educação Profissional para o SUS e Desastres Naturais e os impactos na Rede de Saúde do SUS ”.  O evento conta com a organização dos Institutos Federais Catarninense (IFC) e o de Santa Catarina (IFSC), ETSUS Blumenau "Dr. Luiz Eduardo Caminha".

  • Geosaude- 2019

    junho 19, 2019 – junho 21, 2019

    Um dos compromissos primordiais da Geografia da Saúde no Brasil é contribuir para a manutenção do SUS, como um sistema universal, gratuito, um modelo de desenvolvimento que visa a diminuição das iniquidades em saúde e a redução das desigualdades sociais.

    Em 2019, Blumenau-SC foi escolhida para receber em 2019 o IX Simpósio Nacional de Geografia da Saúde, com o tema “Em defesa do SUS....MAIS Geografia”. A comissão organizadora considerou dois contextos: o politico que o país vem passando com o aprofundamento dos cortes em gastos sociais, o que implicará em retrocessos em várias ações exitosas conquistadas pelo SUS desde a constituição de 1988 e local da cidade anfitriã, onde a questão dos desastres naturais e os impactos na rede de atenção básica é emblemática.

    Gastos sociais implicam aos setores da saúde e da educação, vitais para a construção de um modelo de desenvolvimento mais humano e democrático. O atual contexto, oportuniza a pensar, por um lado, ao caminhar rumo ao preceito constitucional que assegura a saúde como direito do cidadão (usuário) e, por outro, refletir sobre o papel da formação do cidadão que também participará na gestão na área da Saúde, muitas vezes como trabalhador do setor. É importante lembrar que milhares de trabalhadores brasileiros não tiveram acesso à educação, tanto do ponto de vista geral quanto do profissional. Muitos que ingressaram no mercado de trabalho em saúde também não tiveram possibilidades de concluir seus estudos.

    É também proposta deste evento, discutir a questão dos desastres naturais e os impactos na rede de Atenção Básica. Embora os desastres chamem a atenção quando resultam em grande número de óbitos ou destruição, Santa Catarina tem suas particularidades (deslizamentos ou inundações, períodos de seca, entre outros eventos climáticos), a Atenção Básica será demandada, de modo direto ou indireto que podem ajudar neste tema. Neste sentido, vamos discutir quais são as características essenciais na gestão de risco e de desastres, como a responsabilidade de atuação em territórios e das populações, a importância de ser conhecer os problemas e as necessidades de saúde onde os desastres ocorrem.

    Diante disto, a reordenação das práticas de saúde, a regionalização da assistência e os impactos naturais no atendimento da atenção básica, apontam para a necessidade inclusão de novas categorias de análise no planejamento e gestão do SUS. Assim, a qualificação e formação de pessoal de nível básico e técnico (funções intermediárias) para atuar tanto na atenção básica quanto na média e alta complexidade, no apoio diagnóstico, vigilância em saúde, informação, desenvolvimento e gerência de processos de urgência e emergência é fundamental para o SUS. Esta discussão, tem que ser pensada de maneira associada ao contexto da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil. Os Institutos Federais e as escolas técnicas podem colaborar, no entanto, precisamos entender como isto poderá ser viabilizado.




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